Imagem demonstra uma atleta com a mão na perna sentindo dores.

Trombose e musculação: veja como a doença pode afetar o seu treino e como prevenir complicações

A relação entre trombose e musculação ainda levanta muitas dúvidas entre quem teve ou tem essa doença. Esses questionamentos se estendem para quem tem tromboflebite – uma inflamação das veias superficiais nas pernas. Afinal, portadores dessas doenças podem ou não podem malhar?

Trombose e musculação: veja como a doença pode afetar o seu treino e como prevenir complicações

A relação entre trombose e musculação ainda levanta muitas dúvidas entre quem teve ou tem essa doença. Esses questionamentos se estendem para quem tem tromboflebite – uma inflamação das veias superficiais nas pernas.

Afinal, portadores dessas doenças podem ou não podem malhar?

 

Quem teve trombose pode fazer musculação?

“Quando a trombose já foi tratada geralmente não há impedimentos para o reinício da atividade física regular, já que ela pode ajudar no tratamento e na prevenção ao surgimento de novos episódios de tromboembolismo”, afirma o médico Roberto Debski.

Para não haver nenhuma complicação, fique atento: é preciso seguir precisamente a orientação médica e fazer acompanhamento periódico para avaliação e seguimento.

Contudo, se você ainda tem trombose, todo cuidado é pouco.

 

Quem tem trombose pode fazer musculação?

Se você enfrenta este mal, sabe que ele causa dor intensa, inchaço ou edema, vermelhidão e endurecimento no perna, na panturrilha ou coxa, no trajeto das veias acometidas, além de hipersensibilidade.

“Esse quadro impossibilita, durante a fase aguda, que o paciente se movimente sem sentir dor ou limitação, o que restringe qualquer atividade esportiva durante essa fase, até que o tratamento surta efeito e o médico libere o retorno às atividades rotineiras”, comenta Debski.

Então, durante a fase aguda, pode ser uma boa preferir o repouso – ele é fundamental para melhorar os sintomas e agilizar a cura.

 

“Depois que a fase aguda for resolvida, o médico poderá liberar gradualmente o paciente para o retorno ao trabalho e aos esportes. Geralmente, no decorrer do tratamento, o paciente será liberado para fazer exercícios mais elaborados e que exijam mais esforço, com aumento progressivo da carga”, completa.

Quando isso acontecer, todo cuidado é pouco. De acordo com Debski, é preciso evitar traumatismos na região acometida para que o paciente se recupere e se readapte adequadamente, com o mínimo de sequelas e com retorno pleno.

“Os cuidados gerais de saúde para os pacientes que tiveram trombose deverão ser mantidos: alimentação natural, hidratação adequada, movimentação regular, o uso de meias elásticas, medicação quando prescrita pelo médico assistente e, durante o exercício, evitar o esforço excessivo e os traumas locais nas regiões afetadas, seguindo as orientações médicas.”

 

Dor muscular ou trombose?

Quando a lesão muscular é mais grave e extensa, ela pode até se confundir com os sintomas da trombose – e uma lesão extensa poderia até mesmo desencadear fenômenos tromboembólicos.

Porém, se pintar essa dúvida, preste atenção em como a dor se manifesta. Se ela vier acompanhada de inchaço, vermelhidão, endurecimento no trajeto vascular – podendo ou não melhorar com o repouso -, consulte imediatamente um médico de sua confiança.

“Já a dor muscular geralmente é autolimitada, decorrente de um esforço ou traumatismo e só afeta a musculatura”, finaliza Debski.

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